Pisoteando a morte com Sua morte,
E outorgando a vida
Aos que jaziam nos sepulcros!»
Santo Hipácio foi bispo de Gangra, cidade da Paflagônia, região histórica da Ásia Menor em torno do Mar Negro e província romana no século III. De acordo com sua "Vita" Hipácio sucedeu o bispo de Gangra Atanásio, no século IV, e suas principais atividades pastorais foram a luta contra os pagãos , fundação de mosteiros, construção de igrejas e o estabelecimento de um hospital aberto a todos. Foi escritor de obras espirituais, incluindo uma interpretação dos "Provérbios de Salomão". Participou do Concílio de Nicéia (325) e seu nome também está na lista dos participantes do Concílio de Gangra (340).
Em algum momento do século IV, depois de 340, ele foi atacado e apedrejado pelos hereges Novacianos, escondidos em um barranco perto de Luciana, Novacianos eram seguidores da doutrina de cismático bispo Novaciano, do terceiro século, que representava uma corrente de rigor exagerado nas questões disciplinares e penitenciais, especialmente em relação aos "lapsi", ou seja, aqueles cristãos que tinham negado a fé durante as perseguições para evitar o martírio, e que depois queriam voltar a serem admitidos como cristãos.
Faz brilhar em nossos corações a Luz do Teu divino conhecimento, ó Senhor e Amigo do homem; e abre os olhos da nossa inteligência para que possamos compreender a mensagem do Teu Santo Evangelho. Inspira-nos o temor aos Teus Santos mandamentos, a fim de que, vencendo em nós os desejos do corpo, vivamos segundo o espírito, orientando todos os nossos atos segundo a Tua vontade; pois Tu És a Luz das nossas almas e dos nossos corpos, ó Cristo nosso Deus e nós Te glorificamos a Ti e ao Teu Pai Eterno e ao Espírito Santo, Bom e Vivificante, eternamente, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém!
“O Filho Unigênito… O revelou”: Cristo é o único que conhece perfeitamente o Pai, pois é consubstancial (ὁμοούσιος) com Ele. A revelação de Deus não é apenas verbal, mas ontológica: Cristo revela o Pai por Quem Ele é.
Somente o Filho pode revelar plenamente o Pai, porque participa da mesma natureza divina.
O Testemunho de João Batista
João nega ser o Cristo, apesar da grande estima do povo.
Nega ser Elias ou “o profeta” no sentido esperado pelos judeus, conforme fora prometido por Moisés no Deuteronômio.
Define-se apenas como: “Voz do que clama no deserto”, conforme a profecia de Isaías.
João não apenas se coloca abaixo de Cristo, mas abaixo até do mais humilde servo, que desatava as sandálias. Além disso, João reconhece que seu batismo é externo (com água), enquanto Cristo traz o batismo interior (Espírito Santo).



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