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sexta-feira, 6 de junho de 2025

7ª Sexta-feira da Páscoa

APODOSIS DA FESTA DA ASCENÇÃO
06 de Junho de 2025 (CC) /24 de Maio (CE)
S. Simeão Estilita (o jovem)
São Nicetas Estilita, o Milagroso de Pereayaslavl-Zalesski (1186)
S. Xênia, de São Petersburgo, Louca de Cristo (Com. em 24 de janeiro e 24 de maio)  
Jejum (Peixe é permitido)
Tom 6




São Simão do Pilar, o jovem, também conhecido como «São Simeão da Montanha Admirável» nasceu em Antioqui. Seu pai era nativo de Edessa, na Mesopotâmia, e sua mãe, chamada Marta, também foi depois reverenciada como santa e teve composta uma biografia sua que incorpora uma carta que ela enviou para o filho escrita de seu pilar à Tomas, o guardião da cruz verdadeira em Jerusalém. 
Assim como seu homônimo, Simeão Estilita, o Velho, o primeiro dos estilitas, Simeão parece ter sido atraído desde muito cedo para uma vida austera. Ele se juntou a uma comunidade asceta que vivia ao redor de um outro eremita num pilar, chamado João, que funcionava como líder espiritual do grupo. Simeão, ainda um garoto, fez com que erigissem um pilar para si quando ele perdeu seu primeiro dente. Ele manteve este estilo de vida por 68 anos e, no decurso de sua vida, porém, ele se mudou diversas vezes para outro pilar. Quando da primeira destas mundanças, o Patriarca de Antioquia e bispo de Selêucia o ordenou diácono durante um curto período em que ele ficou no chão. Por oito anos, até a morte de João, Simeão permaneceu ao lado da coluna de seu mestre, tão perto que eles podiam facilmente conversar. Durante este período, seu ascetismo foi contido pelo do ancião. 
Após a morte de João, Simeão se libertou e deu forças às suas práticas ascéticas ao ponto de Evágrio Escolástico afirmar que ele vivia apenas sob arbustos que cresciam na região de Teópolis.2 Ele foi novamente ordenado, agora padre, e foi assim capaz de oferecer uma missa pela memória de sua mãe. Nestas ocasiões, seus discípulos, um após o outro, subiam por uma escada para receber dele a Eucaristia de suas mãos. Como era o caso da maioria dos outros santos estilitas, um grande número de milagres foi reputado à Simeão, o Moço. Em diversas ocasiões a cura era realizada através de imagens representando o eremita. No final de sua vida, o santo ocupava uma coluna sobre um morro próximo de Antioquia, chamada, por causa dele, de “Morro dos Milagres”, e foi ali que ele morreu. 
Além da carta, já mencionada, diversas outras obras são atribuídas a ele.
São Nicetas, o Estilita, e Milagroso de Pereayaslavl-Zalesski
Quando jovem, ele era imprudente e corrupto; mas um dia ele entrou em uma igreja e ouviu as palavras de Isaías: 'Lava-te, purifica-te' (Is. 1:16). Sua vida mudou completamente: ele deixou sua família e propriedades para entrar em um mosteiro perto de Pereyaslavl, onde assumiu uma vida de ascetismo severo. Ele usava correntes e (nas palavras do Prólogo, 'trancou-se em um pilar', pelo que foi chamado de estilita. Ele recebeu o dom da cura e por suas orações restaurou muitos que vieram a ele, incluindo Michael, Príncipe de Chernigov, a quem curou de paralisia. Alguns ladrões, vendo suas correntes e pensando que eram feitas de prata, o mataram uma noite e fugiram com as correntes. Logo depois, São Nikita apareceu a um ancião chamado Simeon e disse-lhe colocar as correntes com ele em seu túmulo quando fossem encontradas.
 
Santa Xênia, de São Petersburgo, Louca de Cristo (Comemorada em 24 de janeiro e 24 de maio)  

Nasceu por volta de 1730 e, muito jovem, se casou com um coronel do exército chamado Andrei, um homem bonito e atormentado que gostava de vida mundana. 
Quando tinha vinte e seis anos, seu marido morreu de repente depois de beber com seus amigos, deixando Xênia uma viúva sem filhos. Logo depois, ela distribuiu todas as suas posses e desapareceu de São Petersburgo por oito anos; acredita-se que ela passou o tempo em um eremitério, ou mesmo em um mosteiro, aprendendo os caminhos da vida espiritual. Quando voltou para São Petersburgo, ela pareceu ter perdido o motivo de viver: vestia-se com o casaco do exército do marido e só respondia ao nome dele. Xênia passou a morar na rua, vagando pelas vias da cidade, zombada e abusada por muitos. Ela recebia esmolas de pessoas de caridade, mas imediatamente as entregava aos pobres; sua única comida vinha das refeições que às vezes aceitava daqueles que a conheciam. À noite, se retirava para um campo fora da cidade onde se ajoelhsvs em uma oração até a manhã. 
Lentamente, as pessoas da cidade observaram sinais de uma santidade que subjazia sua vida aparentemente perturbada: ela mostrou um dom de profecia, e sua própria presença quase sempre provava ser uma benção. O Synaxarion diz: 
"A bênção de Deus parecia acompanhá-la onde quer que ela fosse... Então, a compaixão, em pouco tempo, deu lugar à veneração, e as pessoas geralmente a consideraram como o verdadeiro anjo da guarda da cidade ".

Atos 27:1-44

Fragmento 50A - Naqueles dias, quando se decidiu que navegaríamos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros presos a um centurião chamado Júlio, da corte de Augusto. E, embarcando em um navio de Adramítio, partimos navegando pelas costas da Ásia, estando conosco um certo Aristarco, macedônio de Tessalônica. No dia seguinte, chegamos a Sídon. Júlio, cortesmente, dirigiu-se a Paulo e permitiu-lhe ir ter com os amigos para se refrescar. E, partindo dali, navegamos sob Chipre, porque os ventos eram contrários. E, tendo atravessado o mar da Cilícia e da Panfília, chegamos a Mirra, cidade da Lícia. E lá o centurião encontrou um navio de Alexandria navegando para a Itália; e nos fez embarcar nele. E, navegando lentamente por muitos dias, e mal chegando defronte de Cnido, não nos permitindo o vento, navegamos sob Creta, defronte de Salmone. E, passando-a com dificuldade, chegou a um lugar chamado Bons Portos; perto do qual estava a cidade de Laseia. E, tendo-se passado muito tempo, e tendo-se tornado perigosa a navegação, porque o jejum já havia passado, Paulo os advertiu, e disse-lhes: Senhores, percebo que esta viagem causará muitos danos e prejuízos, não somente à carga e ao navio, mas também às nossas vidas. Contudo, o centurião deu mais crédito ao mestre e dono do navio do que ao que Paulo dizia. E como o porto não era adequado para o inverno, a maioria aconselhou partir dali também, se de algum modo pudessem chegar a Fenícia e lá passar o inverno, que é um porto de Creta e fica ao sudoeste e noroeste. E quando o vento sul soprou suavemente, supondo que haviam alcançado seu propósito, partindo dali, navegaram perto de Creta. Mas não muito tempo depois surgiu um vento tempestuoso, chamado Euroclydon. E quando o navio foi apanhado e não conseguiu mais enfrentar o vento, nós o deixamos navegar. E correndo sob uma certa ilha chamada Claude, tivemos muito trabalho para conseguir o barco: Depois de içá-los, usaram meios auxiliares para cingir o navio e, temendo cair na areia movediça, cortaram as velas e foram levados à deriva. E, sendo nós fortemente fustigados por uma tempestade, no dia seguinte aliviaram o navio; e ao terceiro dia, com as nossas próprias mãos, lançamos ao mar os aparelhos do navio. E quando nem o sol nem as estrelas apareceram por muitos dias, e uma grande tempestade caiu sobre nós, toda a esperança de que seríamos salvos foi tirada. Mas, depois de longa abstinência, Paulo se levantou no meio deles e disse: “Senhores, devíeis ter-me ouvido e não ter partido de Creta, evitando assim este dano e perda. E agora eu vos exorto a ter bom ânimo, porque não se perderá a vida de ninguém entre vós, mas somente o navio. Pois esta noite estava comigo o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, dizendo: ‘Não temas, Paulo; importa que sejas apresentado a César; e eis que Deus te deu todos os que navegam contigo.’ Portanto, senhores, tende bom ânimo, porque creio em Deus que acontecerá como me foi dito. Contudo, devemos ser lançados em uma certa ilha”. Mas quando chegou a décima quarta noite, enquanto éramos levados para cima e para baixo em Adria, por volta da meia-noite, os marinheiros julgaram que estavam se aproximando de algum país; e sondaram, e acharam que eram vinte braças; e, indo um pouco mais adiante, sondaram outra vez, e acharam que eram quinze braças. Então, temendo que caíssemos nas rochas, eles lançaram quatro âncoras da popa e desejaram que o dia amanhecesse. E quando os marinheiros estavam prestes a fugir do navio, quando arriaram o barco ao mar, disfarçados como se fossem lançar âncoras da proa, disse Paulo ao centurião e aos soldados: “Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar-vos”. Então os soldados cortaram as cordas do barco e o deixaram cair. E, quando já era dia, Paulo rogou a todos que comessem alguma coisa, dizendo: “Já é hoje o décimo quarto dia que estais em jejum, sem nada terdes provado. Por isso, rogo-vos que comais alguma coisa, porque isto é para a vossa saúde; pois nem um fio de cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós”. E, dizendo isto, tomou o pão, e deu graças a Deus na presença de todos; e, partindo-o, começou a comer. Então todos ficaram alegres e também comeram um pouco de carne. E éramos ao todo no navio duzentas e sessenta e dezesseis almas. E, quando já estavam satisfeitos, aliviaram o navio e lançaram o trigo ao mar. E, quando amanheceu, não conheciam a terra, mas descobriram um certo riacho com uma praia, na qual estavam decididos a atracar o navio, se fosse possível. E, tendo levantado âncoras, lançaram-se ao mar, soltaram as amarras do leme, içaram a vela principal ao vento e rumaram para a praia. E, caindo num lugar onde dois mares se encontravam, encalharam o navio; e a proa ficou presa e imóvel, mas a parte de trás foi quebrada pela violência das ondas. E o conselho dos soldados foi matar os prisioneiros, para que nenhum deles conseguisse nadar e escapar. Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu-os de prosseguir; e ordenou que os que soubessem nadar se lançassem primeiro ao mar e chegassem à terra. E os demais, alguns em tábuas, outros em pedaços quebrados do navio. E assim aconteceu que todos escaparam em segurança para a terra.

João 17:18-26


Fragmento 57 - Naqueles dias, levantando Jesus os olhos ao céu, disse: “Assim como Tu Me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo; e por eles Eu Me santifico, para que também eles sejam santificados na verdade. Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela palavra deles, hão de crer em Mim, para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, estás em Mim, e eu em Ti; que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que Tu Me enviaste. E dei-lhes a glória que Tu Me deste, para que sejam um, como Nós Somos Um; Eu neles, e Tu em Mim, para que eles possam ser perfeitos em unidade; e para que o mundo conheça que Tu Me enviaste, e que os amaste, assim como Me amaste. Pai, eu desejo que onde Eu estou, estejam Comigo também aqueles que Me tens dado, para que eles vejam a Minha glória, a qual Tu Me deste; porque Tu Me amaste antes da fundação do mundo. Ó Pai justo, o mundo não Te conheceu; mas Eu Te conheci, e estes conheceram que Tu Me enviaste. E Eu lhes tenho declarado o Teu Nome, e declararei. Que o amor com que Tu Me amaste, possa estar neles, e Eu neles”.

† † †

O Dom do Pai em Cristo

O Senhor mandou batizar em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, quer dizer, professando a fé no Criador, no Filho e no que é chamado Dom de Deus.

Um só é o Criador de todas as coisas. Pois um só é Deus Pai, de quem tudo procede; um só é o Filho Unigênito, nosso Senhor Jesus Cristo, por quem tudo foi feito; e um só é o Espírito, que foi dado a todos nós.

Todas as coisas são ordenadas segundo suas capacida­des e méritos: um só é o Poder, do qual tudo procede; um só é o Filho, por quem tudo começa; e um só é o Dom, que é penhor da esperança perfeita. Nada falta a tão grande per­feição. Tudo é perfeitíssimo na Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo: a infinidade no Eterno, o esplendor na Imagem, a atividade no Dom.

Escutemos o que diz a palavra do Senhor sobre a ação do Espírito em nós: Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de compreendê-las agora (Jo 16,12), É bom para vós que eu parta: se eu me for, vos mandarei o Defensor (cf. Jo 16,7).

Em outro lugar: Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará uni outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: o Espírito da Verdade (Jo 14,16-17). Ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anuncia­rá. Ele me glorificará porque receberá do que é meu (Jo 16,13-14).

Estas palavras, entre muitas outras, foram ditas para nos dar a conhecer a vontade daquele que confere o Dom e a natureza e a perfeição do mesmo Dom. Por conseguinte, já que a nossa fraqueza não nos permite compreender nem o Pai nem o Filho, o Dom que é o Espírito Santo estabelece um certo contato entre nós e Deus, para iluminar a nossa fé nas dificuldades relativas à encarnação de Deus.

Assim, o Espírito Santo é recebido para nos tornar capazes de compreender. Como o corpo natural do homem permaneceria inativo se lhe faltassem os estímulos necessá­rios para as suas funções - os olhos, se não há luz ou não é dia, nada podem fazer; os ouvidos, caso não haja vozes ou sons, não cumprem seu ofício; o olfato, se não sente nenhum odor, para nada serve; não porque percam a sua capacidade natural por falta de estímulo para agir - assim é a alma humana: se não recebe pela fé o Dom que é o Espírito, tem certamente uma natureza capaz de conhecer a Deus, mas falta-lhe a luz para chegar a esse conhecimento.

Este Dom de Cristo está inteiramente à disposição de todos e encontra-se em toda parte; mas é dado na medida do desejo e dos méritos de cada um. Ele está conosco até o fim do mundo; ele é o Consolador no tempo da nossa espera; ele, pela atividade dos seus dons, é o penhor da nossa esperança futura; ele é a luz do nosso espírito; ele é o esplendor das nossas almas.

Santo Hilário, Bispo de Poitier (Sé. IV)

† † †

terça-feira, 6 de junho de 2023

1ª Terça-feira Depois de Pentecostes

06 de Junho de 2023 (CC) /24 de Maio (CE)
S. Simeão Estilita (o jovem)
São Nicetas Estilita, o Milagroso de Pereayaslavl-Zalesski (1186)
S. Xênia, de São Petersburgo, Louca de Cristo (Com. em 24 de janeiro e 24 de maio)  
Tom 7



São Simão do Pilar, o jovem, também conhecido como «São Simeão da Montanha Admirável» nasceu em Antioqui. Seu pai era nativo de Edessa, na Mesopotâmia, e sua mãe, chamada Marta, também foi depois reverenciada como santa e teve composta uma biografia sua que incorpora uma carta que ela enviou para o filho escrita de seu pilar à Tomas, o guardião da cruz verdadeira em Jerusalém. 
Assim como seu homônimo, Simeão Estilita, o Velho, o primeiro dos estilitas, Simeão parece ter sido atraído desde muito cedo para uma vida austera. Ele se juntou a uma comunidade asceta que vivia ao redor de um outro eremita num pilar, chamado João, que funcionava como líder espiritual do grupo. Simeão, ainda um garoto, fez com que erigissem um pilar para si quando ele perdeu seu primeiro dente. Ele manteve este estilo de vida por 68 anos e, no decurso de sua vida, porém, ele se mudou diversas vezes para outro pilar. Quando da primeira destas mundanças, o Patriarca de Antioquia e bispo de Selêucia o ordenou diácono durante um curto período em que ele ficou no chão. Por oito anos, até a morte de João, Simeão permaneceu ao lado da coluna de seu mestre, tão perto que eles podiam facilmente conversar. Durante este período, seu ascetismo foi contido pelo do ancião. 
Após a morte de João, Simeão se libertou e deu forças às suas práticas ascéticas ao ponto de Evágrio Escolástico afirmar que ele vivia apenas sob arbustos que cresciam na região de Teópolis.2 Ele foi novamente ordenado, agora padre, e foi assim capaz de oferecer uma missa pela memória de sua mãe. Nestas ocasiões, seus discípulos, um após o outro, subiam por uma escada para receber dele a Eucaristia de suas mãos. Como era o caso da maioria dos outros santos estilitas, um grande número de milagres foi reputado à Simeão, o Moço. Em diversas ocasiões a cura era realizada através de imagens representando o eremita. No final de sua vida, o santo ocupava uma coluna sobre um morro próximo de Antioquia, chamada, por causa dele, de “Morro dos Milagres”, e foi ali que ele morreu. 
Além da carta, já mencionada, diversas outras obras são atribuídas a ele.
São Nicetas, o Estilita, e Milagroso de Pereayaslavl-Zalesski
Quando jovem, ele era imprudente e corrupto; mas um dia ele entrou em uma igreja e ouviu as palavras de Isaías: 'Lava-te, purifica-te' (Is. 1:16). Sua vida mudou completamente: ele deixou sua família e propriedades para entrar em um mosteiro perto de Pereyaslavl, onde assumiu uma vida de ascetismo severo. Ele usava correntes e (nas palavras do Prólogo, 'trancou-se em um pilar', pelo que foi chamado de estilita. Ele recebeu o dom da cura e por suas orações restaurou muitos que vieram a ele, incluindo Michael, Príncipe de Chernigov, a quem curou de paralisia. Alguns ladrões, vendo suas correntes e pensando que eram feitas de prata, o mataram uma noite e fugiram com as correntes. Logo depois, São Nikita apareceu a um ancião chamado Simeon e disse-lhe colocar as correntes com ele em seu túmulo quando fossem encontradas.
 
Santa Xênia, de São Petersburgo, Louca de Cristo (Comemorada em 24 de janeiro e 24 de maio)  

Nasceu por volta de 1730 e, muito jovem, se casou com um coronel do exército chamado Andrei, um homem bonito e atormentado que gostava de vida mundana. 
Quando tinha vinte e seis anos, seu marido morreu de repente depois de beber com seus amigos, deixando Xênia uma viúva sem filhos. Logo depois, ela distribuiu todas as suas posses e desapareceu de São Petersburgo por oito anos; acredita-se que ela passou o tempo em um eremitério, ou mesmo em um mosteiro, aprendendo os caminhos da vida espiritual. Quando voltou para São Petersburgo, ela pareceu ter perdido o motivo de viver: vestia-se com o casaco do exército do marido e só respondia ao nome dele. Xênia passou a morar na rua, vagando pelas vias da cidade, zombada e abusada por muitos. Ela recebia esmolas de pessoas de caridade, mas imediatamente as entregava aos pobres; sua única comida vinha das refeições que às vezes aceitava daqueles que a conheciam. À noite, se retirava para um campo fora da cidade onde se ajoelhsvs em uma oração até a manhã. 
Lentamente, as pessoas da cidade observaram sinais de uma santidade que subjazia sua vida aparentemente perturbada: ela mostrou um dom de profecia, e sua própria presença quase sempre provava ser uma benção. O Synaxarion diz: 
"A bênção de Deus parecia acompanhá-la onde quer que ela fosse... Então, a compaixão, em pouco tempo, deu lugar à veneração, e as pessoas geralmente a consideraram como o verdadeiro anjo da guarda da cidade ".

Oração Antes de Ler as Escrituras
Faz brilhar em nossos corações a Luz do Teu divino conhecimento, ó Senhor e Amigo do homem; e abre os olhos da nossa inteligência para que possamos compreender a mensagem do Teu Santo Evangelho. Inspira-nos o temor aos Teus Santos mandamentos, a fim de que, vencendo em nós os desejos do corpo, vivamos segundo o espírito, orientando todos os nossos atos segundo a Tua vontade; pois Tu És a Luz das nossas almas e dos nossos corpos, ó Cristo nosso Deus e nós Te glorificamos a Ti e ao Teu Pai Eterno e ao Espírito Santo, Bom e Vivificante, eternamente, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém! 

Romanos 1:1-7, 13-17

Fragmento 79A - Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus, que ele antes havia prometido pelos seus profetas nas santas Escrituras, acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, e que com poder foi declarado Filho de Deus segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dentre os mortos - Jesus Cristo nosso Senhor, pelo qual recebemos a graça e o apostolado, por amor do seu nome, para a obediência da fé entre todos os gentios, entre os quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo; a todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados para serdes santos: Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. E não quero que ignoreis, irmãos, que muitas vezes propus visitar-vos (mas até agora tenho sido impedido), para conseguir algum fruto entre vós, como também entre os demais gentios. Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes. De modo que, quanto está em mim, estou pronto para anunciar o evangelho também a vós que estais em Roma. Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e do grego. Porque no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.

Mateus 4:25-5:13

Fragmento 10B - Naquela época, seguiam a Jesus grandes multidões da Galileia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judéia, e dalém do Jordão. Jesus, pois, vendo as mul-tidões, subiu ao monte; e, tendo se assentado, aproximaram-se os seus discípu-los, e ele se pôs a ensiná-los, dizendo: 

Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. 
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. 
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra. 
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos. 
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. 
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus. 
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. 
Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. 
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem to-do mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galar-dão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós. 

Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de se lhe res-taurar o sabor? Para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.”

† † †

domingo, 6 de junho de 2021

Domingo do Cego

6ª DOMINGO DA PÁSCOA
06 de Junho de 2021 (CC) /24 de Maio (CE)
S. Simeão Estilita (o jovem)
Tom 5





«Cristo ressuscitou dos mortos, 
Pisoteando a morte com Sua morte, 
E outorgando a vida 
Aos que jaziam nos sepulcros!»



São Simão do Pilar, o jovem, também conhecido como «São Simeão da Montanha Admirável» nasceu em Antioqui. Seu pai era nativo de Edessa, na Mesopotâmia, e sua mãe, chamada Marta, também foi depois reverenciada como santa e teve composta uma biografia sua que incorpora uma carta que ela enviou para o filho escrita de seu pilar à Tomas, o guardião da cruz verdadeira em Jerusalém. 
Assim como seu homônimo, Simeão Estilita, o Velho, o primeiro dos estilitas, Simeão parece ter sido atraído desde muito cedo para uma vida austera. Ele se juntou a uma comunidade asceta que vivia ao redor de um outro eremita num pilar, chamado João, que funcionava como líder espiritual do grupo. Simeão, ainda um garoto, fez com que erigissem um pilar para si quando ele perdeu seu primeiro dente. Ele manteve este estilo de vida por 68 anos e, no decurso de sua vida, porém, ele se mudou diversas vezes para outro pilar. Quando da primeira destas mundanças, o Patriarca de Antioquia e bispo de Selêucia o ordenou diácono durante um curto período em que ele ficou no chão. Por oito anos, até a morte de João, Simeão permaneceu ao lado da coluna de seu mestre, tão perto que eles podiam facilmente conversar. Durante este período, seu ascetismo foi contido pelo do ancião. 
Após a morte de João, Simeão se libertou e deu forças às suas práticas ascéticas ao ponto de Evágrio Escolástico afirmar que ele vivia apenas sob arbustos que cresciam na região de Teópolis.2 Ele foi novamente ordenado, agora padre, e foi assim capaz de oferecer uma missa pela memória de sua mãe. Nestas ocasiões, seus discípulos, um após o outro, subiam por uma escada para receber dele a Eucaristia de suas mãos. Como era o caso da maioria dos outros santos estilitas, um grande número de milagres foi reputado à Simeão, o Moço. Em diversas ocasiões a cura era realizada através de imagens representando o eremita. No final de sua vida, o santo ocupava uma coluna sobre um morro próximo de Antioquia, chamada, por causa dele, de “Morro dos Milagres”, e foi ali que ele morreu. 
Além da carta, já mencionada, diversas outras obras são atribuídas a ele.


Oração Antes de Ler as Escrituras

Faz brilhar em nossos corações a Luz do Teu divino conhecimento, ó Senhor e Amigo do homem; e abre os olhos da nossa inteligência para que possamos compreender a mensagem do Teu Santo Evangelho. Inspira-nos o temor aos Teus Santos mandamentos, a fim de que, vencendo em nós os desejos do corpo, vivamos segundo o espírito, orientando todos os nossos atos segundo a Tua vontade; pois Tu És a Luz das nossas almas e dos nossos corpos, ó Cristo nosso Deus e nós Te glorificamos a Ti e ao Teu Pai Eterno e ao Espírito Santo, Bom e Vivificante, eternamente, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém!

MATINAS (VIII)

João 20:11-18

11 Maria, porém, estava em pé, diante do sepulcro, a chorar. Enquanto chorava, abaixou-se a olhar para dentro do sepulcro, 12 e viu dois anjos vestidos de branco sentados onde jazera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13 E perguntaram-lhe eles: Mulher, por que choras? Respondeu- lhes: Porque tiraram o meu Senhor, e não sei onde o puseram. 14 Ao dizer isso, voltou-se para trás, e viu a Jesus ali em pé, mas não sabia que era Jesus. 15 Perguntou-lhe Jesus: Mulher, por que choras? A quem procuras? Ela, julgando que fosse o jardineiro, respondeu-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei. 16 Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, virando-se, disse-lhe em hebraico: Raboni! - que quer dizer, Mestre. 17 Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. 18 E foi Maria Madalena anunciar aos discípulos: Vi o Senhor! - e que ele lhe dissera estas coisas.

LITURGIA

Tropárion da Ressurreição
Fiéis, cantemos e adoremos o Verbo / coeterno ao Pai e ao Espírito Santo, / nascido para nossa salvação, da sempre Virgem Maria, / pois Ele aceitou livremente / sofrer a morte na Cruz / para dar a vida a todos os mortos //, pela Sua gloriosa Ressurreição. 

Kondákion da Ressurreição
Tu, ó meu Salvador, desceste ao Inferno, /e partiste em pedaços os portões, como Todo-Poderoso, /e como Criador, ressuscitaste os mortos, /e destruíste, ó Cristo, o aguilhão da morte, /e libertou Adão da maldição, ó Tu Que amas a humanidade. /Por isso, nós todos clamamos: // Salva-nos, ó Senhor.

Kondákion Da Páscoa
Tendo descido ao túmulo, ó Imortal, / Tu destruíste o poderio dos infernos / e levantaste-Te como vencedor, ó Cristo Deus, / Tu, que disseste às mulheres miróforas: rejubilai! / E aos apóstolos, dás a paz, // Tu que ressuscitas aqueles que sucumbiram.

Kondákion do Cego Tom 4
Privado dos olhos da alma, recorro a Ti, ó Cristo, / como o cego de nascimento, / clamando com arrependimento: // «Tu És a Luz Resplandecente para os que estão nas trevas.»

Prokímenon Tom 8

Fazei votos, e pagai-os
Ao Senhor, vosso Deus. (Sl. 75:11)

Conhecido É Deus em Judá, grande É o Seu Nome em Israel. (Sl. 75:1)

Atos 16:16-34

16 Ora, aconteceu que quando íamos ao lugar de oração, nos veio ao encontro uma jovem que tinha um espírito adivinhador, e que, adivinhando, dava grande lucro a seus senhores. 17 Ela, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: São servos do Deus Altíssimo estes homens que vos anunciam um caminho de salvação. 18 E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou- se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de Jesus Cristo que saias dela. E na mesma hora saiu. 19 Ora, vendo seus senhores que a esperança do seu lucro havia desaparecido, prenderam a Paulo e Silas, e os arrastaram para uma praça à presença dos magistrados. 20 E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens, sendo judeus, estão perturbando muito a nossa cidade. 21 e pregam costumes que não nos é lícito receber nem praticar, sendo nós romanos. 22 A multidão levantou-se à uma contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes os vestidos, mandaram açoitá-los com varas. 23 E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. 24 Ele, tendo recebido tal ordem, os lançou na prisão interior e lhes segurou os pés no tronco. 25 Pela meia-noite Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, enquanto os presos os escutavam. 26 De repente houve um tão grande terremoto que foram abalados os alicerces do cárcere, e logo se abriram todas as portas e foram soltos os grilhões de todos. 27 Ora, o carcereiro, tendo acordado e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada e ia suicidar-se, supondo que os presos tivessem fugido. 28 Mas Paulo bradou em alta voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, porque todos aqui estamos. 29 Tendo ele pedido luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas 30 e, tirando-os para fora, disse: Senhores, que me é necessário fazer para me salvar? 31 Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. 32 Então lhe pregaram a palavra de Deus, e a todos os que estavam em sua casa. 33 Tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou- lhes as feridas; e logo foi batizado, ele e todos os seus. 34 Então os fez subir para sua casa, pôs-lhes a mesa e alegrou- se muito com toda a sua casa, por ter crido em Deus.


Aleluia

Aleluia, aleluia, aleluia!
Eu cantarei eternamente as tuas misericórdias, Senhor;/ Anunciarei a tua verdade de geração em geração. 

Aleluia, aleluia, aleluia!
Pois disseste: «A misericórdia elevar-se-á como um edifício eterno/ e nos céus a tua verdade será solidamente estabelecida».

Aleluia, aleluia, aleluia!  

João 9:1-38

1 E passando Jesus, viu um homem cego de nascença. 2 Perguntaram-lhe os seus discípulos: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? 3 Respondeu Jesus: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi para que nele se manifestem as obras de Deus. 4 Importa que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; vem a noite, quando ninguém pode trabalhar. 5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. 6 Dito isto, cuspiu no chão e com a saliva fez lodo, e untou com lodo os olhos do cego, 7 e disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa Enviado). E ele foi, lavou-se, e voltou vendo. 8 Então os vizinhos e aqueles que antes o tinham visto, quando mendigo, perguntavam: Não é este o mesmo que se sentava a mendigar? 9 Uns diziam: É ele. E outros: Não é, mas se parece com ele. Ele dizia: Sou eu. 10 Perguntaram-lhe, pois: Como se te abriram os olhos? 11 Respondeu ele: O homem que se chama Jesus fez lodo, untou-me os olhos, e disse-me: Vai a Siloé e lava-te. Fui, pois, lavei-me, e fiquei vendo. 12 E perguntaram-lhe: Onde está ele? Respondeu: Não sei. 13 Levaram aos fariseus o que fora cego. 14 Ora, era sábado o dia em que Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos. 15 Então os fariseus também se puseram a perguntar-lhe como recebera a vista. Respondeu-lhes ele: Pôs-me lodo sobre os olhos, lavei-me e vejo. 16 Por isso alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus; pois não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tais sinais? E havia dissensão entre eles. 17 Tornaram, pois, a perguntar ao cego: Que dizes tu a respeito dele, visto que te abriu os olhos? E ele respondeu: É profeta. 18 Os judeus, porém, não acreditaram que ele tivesse sido cego e recebido a vista, enquanto não chamaram os pais do que fora curado, 19 e lhes perguntaram: É este o vosso filho, que dizeis ter nascido cego? Como, pois, vê agora? 20 Responderam seus pais: Sabemos que este é o nosso filho, e que nasceu cego; 21 mas como agora vê, não sabemos; ou quem lhe abriu os olhos, nós não sabemos; perguntai a ele mesmo; tem idade; ele falará por si mesmo. 22 Isso disseram seus pais, porque temiam os judeus, porquanto já tinham estes combinado que se alguém confessasse ser Jesus o Cristo, fosse expulso da sinagoga. 23 Por isso é que seus pais disseram: Tem idade, perguntai-lho a ele mesmo. 24 Então chamaram pela segunda vez o homem que fora cego, e lhe disseram: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador. 25 Respondeu ele: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego, e agora vejo. 26 Perguntaram-lhe pois: Que foi que te fez? Como te abriu os olhos? 27 Respondeu-lhes: Já vo-lo disse, e não atendestes; para que o quereis tornar a ouvir? Acaso também vós quereis tornar-vos discípulos dele? 28 Então o injuriaram, e disseram: Discípulo dele és tu; nós porém, somos discípulos de Moisés. 29 Sabemos que Deus falou a Moisés; mas quanto a este, não sabemos donde é. 30 Respondeu-lhes o homem: Nisto, pois, está a maravilha: não sabeis donde ele é, e entretanto ele me abriu os olhos; 31 sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém for temente a Deus, e fizer a sua vontade, a esse ele ouve. 32 Desde o princípio do mundo nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. 33 Se este não fosse de Deus, nada poderia fazer. 34 Replicaram-lhe eles: Tu nasceste todo em pecados, e vens nos ensinar a nós? E expulsaram-no. 35 Soube Jesus que o haviam expulsado; e achando-o perguntou- lhe: Crês tu no Filho do homem? 36 Respondeu ele: Quem é, senhor, para que nele creia? 37 Disse-lhe Jesus: Já o viste, e é ele quem fala contigo. 38 Disse o homem: Creio, Senhor! E o adorou.

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segunda-feira, 6 de junho de 2016

6ª Segunda-feira da Páscoa


06 de Junho de 2016 (CC) / 24 de Maio (CE)
São Simeão, o Milagroso
Modo 5





Nascido em Antioquia em 24 de maio.Assim como seu homônimo, Simeão Estilita, o Velho, o primeiro dos estilitas. Simeão parece ter sido atraído desde muito cedo para uma vida austera. 
Ele se juntou a uma comunidade asceta que vivia ao redor de um outro eremita num pilar, chamado João, que funcionava como líder espiritual do grupo. 
Desde sua infância começou sua vida acética vivendo num pilar onde permaneceu por 68 anos.  
Simeão permaneceu ao lado de seu mestre João até a morte deste, quando se libertou e deu forças às suas práticas. 
Simeão foi ordenado diácono e padre pelo bispo de Selêucia. 
No final de sua vida, o santo ocupava uma coluna sobre um morro próximo de Antioquia, chamada, por causa dele, de “Morro dos Milagres” por que um grande número de milagres foi reputado a ele, e foi ali que ele morreu. 




Atos 17:1-15

1 Tendo passado por Anfípolis e Apolônia, chegaram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga dos judeus. 2 Ora, Paulo, segundo o seu costume, foi ter com eles; e por três sábados discutiu com eles as Escrituras, 3 expondo e demonstrando que era necessário que o Cristo padecesse e ressuscitasse dentre os mortos; este Jesus que eu vos anuncio, dizia ele, é o Cristo. 4 E alguns deles ficaram persuadidos e aderiram a Paulo e Silas, bem como grande multidão de gregos devotos e não poucas mulheres de posição. 5 Mas os judeus, movidos de inveja, tomando consigo alguns homens maus dentre os vadios e ajuntando o povo, alvoroçavam a cidade e, assaltando a casa de Jáson, os procuravam para entregá-los ao povo. 6 Porém, não os achando, arrastaram Jáson e alguns irmãos à presença dos magistrados da cidade, clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui, 7 os quais Jáson acolheu; e todos eles procedem contra os decretos de César, dizendo haver outro rei, que é Jesus. 8 Assim alvoroçaram a multidão e os magistrados da cidade, que ouviram estas coisas. 9 Tendo, porém, recebido fiança de Jáson e dos demais, soltaram-nos. 10 E logo, de noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; tendo eles ali chegado, foram à sinagoga dos judeus. 11 Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim. 12 De sorte que muitos deles creram, bem como bom número de mulheres gregas de alta posição e não poucos homens. 13 Mas, logo que os judeus de Tessalônica souberam que também em Beréia era anunciada por Paulo a palavra de Deus, foram lá agitar e sublevar as multidões. 14 Imediatamente os irmãos fizeram sair a Paulo para que fosse até o mar; mas Silas e Timóteo ficaram ali. 15 E os que acompanhavam a Paulo levaram-no até Atenas e, tendo recebido ordem para Silas e Timóteo a fim de que estes fossem ter com ele o mais depressa possível, partiram.  

João 11:47-57

47 Então os principais sacerdotes e os fariseus reuniram o sinédrio e diziam: Que faremos? Porquanto este homem vem operando muitos sinais. 48 Se o deixarmos assim, todos crerão nele, e virão os romanos, e nos tirarão tanto o nosso lugar como a nossa nação. 49 Um deles, porém, chamado Caifás, que era sumo sacerdote naquele ano, disse-lhes: Vós nada sabeis, 50 nem considerais que vos convém que morra um só homem pelo povo, e que não pereça a nação toda. 51 Ora, isso não disse ele por si mesmo; mas, sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus havia de morrer pela nação, 52 e não somente pela nação, mas também para congregar num só corpo os filhos de Deus que estão dispersos. 53 Desde aquele dia, pois, tomavam conselho para o matarem. 54 De sorte que Jesus já não andava manifestamente entre os judeus, mas retirou-se dali para a região vizinha ao deserto, a uma cidade chamada Efraim; e ali demorou com os seus discípulos. 55 Ora, estava próxima a páscoa dos judeus, e dessa região subiram muitos a Jerusalém, antes da páscoa, para se purificarem. 56 Buscavam, pois, a Jesus e diziam uns aos outros, estando no templo: Que vos parece? Não virá ele à festa? 57 Ora, os principais sacerdotes e os fariseus tinham dado ordem que, se alguém soubesse onde ele estava, o denunciasse, para que o prendessem.

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