quinta-feira, 3 de setembro de 2026

14ª Quinta-feira Depois de Pentecostes

PÓS-FESTA DA DORMIÇÃO DA MÃE DE DEUS
03 de Setembro de 2026 (CC) / 21 de Agosto (CE)
São Tadeu, Apóstolo dos 70 (séc. I); 
S. Mártir Bassa de Edessa 
e seus filhos Theogonius, Agapius e Pistus (Séc. IV).
Venerável Abramius (Abraão) de Smolensk (1220)
Tom 4


O Apóstolo Tadeu era judeu, oriundo da cidade de Edessa. Era de um profundo conhecimento das Sagradas Escrituras tendo peregrinado por Jerusalém nos tempos do Precursor, São João Batista. Ao escutar as pregações de João e observando a vida angelical que levava o Profeta, ficou tão impressionado que se fez batizar por João.

Entretanto, tendo ouvido os ensinamentos e visto os milagres realizados por Nosso Senhor Jesus Cristo, logo passou a segui-Lo. Depois da Ascensão de Nosso Senhor, retornou para a sua cidade natal, Edessa, curando muitos enfermos de lepra e, iluminando com a palavra da verdade, edificou igrejas na Síria chegando até Beirute. Nesta cidade, com a graça de Deus, Tadeu ensinou o Evangelho e batizou a muitas pessoas.

Finalmente, entregou sua alma a Deus em paz, depois de ter aplicado fielmente em sua vida o mandamento dado por Nosso Senhor Jesus Cristo aos Apóstolos:
«Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.  Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo». (Mt 28,19-20). 
Comemoração da Santa Mártir Bassa e Dos Seus Filhos Theognios, Agapios e Pistos 
A Santa Mártir Bassa e seus filhos Theognios, Agapios e Pistos, viviam na cidade de Edessa, Macedônia, e era casada com um sacerdote pagão. Desde a infância foi criada na fé cristã, a qual transmitiu aos filhos. 
Durante o tempo do Imperador Maximianus Galerius (305-311), o marido de Bassa denunciou ao Governador sua esposa e filhos. Todos eles, apesar das ameaças, recusaram-se a oferecer sacrifícios a ídolos. O filho mais velho, Theognios, foi perfurado com garras de ferro. Agapios, teve a pele esfolada da cabeça ao peito, mas o mártir não emitiu nenhum som. Depois, passara a torturar o filho mais novo, Pistos. A mãe não hesitou em encorajá-los a suportar o sofrimento por Cristo. Em seguida, eles decapitaram os rapazes. (Segundo uma tradição, os três irmãos martirizados sofreram em Edessa, na Macedônia; conforme outra - em Larissa, na Tessália, sua terra natal). 
Santa Bassa foi presa sem direito a alimentação, mas um anjo a fortaleceu com comida celestial. Sob torturas sucessivas, permaneceu ilesa ao fogo, a água e às feras. Quando a levaram a um templo pagão, Bassa quebrou a estátua de Zeus. Então, eles jogaram a mártir em um redemoinho no mar. Mas, para surpresa de todos, um navio subiu e três homens reluzentes a puxaram (o Monge Nikodemos da Montanha Sagrada sugeriu que eram seus filhos, martirizados antes). Após 8 dias, Santa Bassa veio de navio até o Governador da ilha de Alona, ​​não muito longe de Kyzika, no Mar Prepontid ou Marmora. Depois de uma surra com bengalas, eles a decapitaram.
Sabe-se que por volta do ano 450 já existia na Calcedônia uma igreja em homenagem à santa Mártir Bassa.
O Monge Abramius (Abraão) de Smolensk
O Monge Abramius (Abraão) de Smolensk, era um pregador do arrependimento e do iminente Temível Juízo Final; nascido em meados do século XII em Smolensk de pais ricos, que antes dele tiveram 12 filhas, e imploraram a Deus por um filho. Desde a infância cresceu no temor de Deus, ia muitas vezes à igreja e tinha a oportunidade de ler livros. Os pais esperavam que o seu único filho se casasse e continuasse a sua ilustre linhagem, mas ele procurava uma vida diferente. Após a morte dos pais, tendo doado todos os seus bens aos mosteiros, às igrejas e aos indigentes, o santo caminhou pela cidade em farrapos, suplicando a Deus que lhe mostrasse o caminho da salvação.
 
Abramius aceitou a tonsura no Mosteiro da Santíssima Mãe de Deus, a cinco verstas de Smolensk, na localidade de Selischa. Depois de passar por várias obediências ali, o monge ocupou-se fervorosamente com a cópia de livros, extraindo deles riquezas espirituais. O príncipe de Smolensk, Roman Rostislavich (†1170) fundou uma escola na cidade, onde ensinavam não só em eslavo, mas também em livros gregos e latinos. O próprio príncipe possuía uma grande coleção de livros, da qual o Monge Abramius fazia uso. Abramius vivera a vida ascética por mais de 30 anos no mosteiro, quando no ano de 1198 o higúmeno o convenceu a aceitar a dignidade de presbítero. Todos os dias Abramius celebrava a Divina Liturgia e cumpria a obediência do clero não só para os irmãos, mas também para os leigos.
Logo o monge tornou-se amplamente conhecido. Isso despertou a inveja dos irmãos, e depois também do abade, e 5 anos depois o monge foi obrigado a se transferir para o mosteiro da Exaltação da Cruz, em Smolensk. Com as oferendas dos devotos embelezou a igreja catedral do pobre mosteiro com ícones, cortinas e castiçais. Ele próprio escreveu dois ícones sobre temas que mais lhe interessavam; num deles representava o Temível Juízo Final e, no outro, o sofrimento das provações da vida. Magro e pálido devido ao trabalho extremo, o asceta em trajes sacerdotais lembrava em aparência São Basílio, o Grande. O santo era rigoroso consigo mesmo e com seus filhos espirituais. Ele pregava constantemente na igreja e para aqueles que vinham até ele em sua cela, conversando tanto com ricos quanto com pobres.
Os notáveis ​​da cidade e o clero exigiram do bispo Inácio que levasse o monge a julgamento, acusando-o de sedução de mulheres e de tentação de seus filhos espirituais. Mas ainda mais terríveis foram as acusações contra ele de heresia e de leitura de livros proibidos. Para isso propuseram afogar ou queimar o asceta. No julgamento do príncipe e do bispo, o monge respondeu a todas as falsas acusações, mas, apesar disso, proibiram-no de servir como sacerdote e devolveram-no ao seu antigo mosteiro em honra da Santíssima Mãe de Deus. Uma terrível seca ocorreu em consequência da ira de Deus sobre a sentença injusta, e somente quando Santo Inácio concedeu o perdão ao Monge Abramius, permitindo-lhe servir e pregar, é que a chuva caiu novamente nas terras de Smolensk.
O bispo Santo Inácio construiu um novo mosteiro, em homenagem à Colocação do Manto da Santíssima Mãe de Deus, e confiou a orientação do mesmo ao Monge Abramius, e ele próprio se instalou nele, tendo se aposentado por idade na diocese. Muitos desejavam entrar sob a orientação do Monge Abramius, mas ele os examinou intensamente e somente após grande investigação, de modo que em seu mosteiro havia apenas 17 irmãos. O Monge Abramius, após a morte de Santo Inácio, tendo-se tornado seu amigo espiritual, - ainda mais do que antes, exortou os irmãos a relembrar a morte e a rezar dia e noite, para que não fossem condenados no Julgamento por Deus.
O Monge Abramius morreu após o ano de 1224, tendo passado 50 anos no monaquismo. Já no final do século XIII foi compilado um serviço para ele, juntamente com seu aluno, o Monge Efrém. A terrível invasão mongol-tártara, vista como a ira de Deus pelo pecado, não só não sufocou a memória do Monge Abramius de Smolensk, mas foi um lembrete às pessoas de seu chamado ao arrependimento e à lembrança do terrível Juízo Final.
Tropária e Kondákia Para a Quinta-feira 
Aos Santos Apóstolos
Tropárion, Tom 3: Ó Santos Apóstolos, / rogai ao Deus Misericordioso // que Ele conceda o perdão dos pecados às nossas almas.
Kondákion, Tom 2: Os pregadores firmes e inspirados por Deus, / os mais elevados dos Teus discípulos, ó Senhor, / Tu os aceitaste para desfrutarem das Tuas bênçãos e do repouso; / pois Tu consideraste seus trabalhos e morte superiores a qualquer sacrifício, // ó Tu, o Único que conhece o que há nos corações.
A São Nicolau
Tropárion, Tom 4: A Verdade Imutável te revelou ao teu rebanho / como regra de fé e exemplo de mansidão e autocontrole. / Portanto, pela humildade alcançaste a grandeza / e, pela pobreza, a riqueza. / Ó Pai, São Nicolau, // roga a Cristo nosso Deus pela salvação de nossas almas.
Kondákion, Tom 3: Em Mira, tu, ó Santo, apareceste como um sacerdote, / pois, tendo cumprido o Evangelho de Cristo, / tu, ó Venerável, / entregaste tua alma pelo teu povo / e salvaste os inocentes da morte; / portanto, foste santificado // como um grande servo dos mistérios da graça de Deus.
Oração Antes de Ler as Escrituras

Faz brilhar em nossos corações a Luz do Teu divino conhecimento, ó Senhor e Amigo do homem; e abre os olhos da nossa inteligência para que possamos compreender a mensagem do Teu Santo Evangelho. Inspira-nos o temor aos Teus Santos mandamentos, a fim de que, vencendo em nós os desejos do corpo, vivamos segundo o espírito, orientando todos os nossos atos segundo a Tua vontade; pois Tu És a Luz das nossas almas e dos nossos corpos, ó Cristo nosso Deus e nós Te glorificamos a Ti e ao Teu Pai Eterno e ao Espírito Santo, Bom e Vivificante, eternamente, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém! 

Gálatas 1:1-10,20-2:5

Fragmento 198 - Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que O ressuscitou dentre os mortos), e todos os irmãos que estão comigo, às igrejas da Galácia: Graça e paz da parte de Deus Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo, O qual Se deu a Si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai, ao Qual seja dada glória para todo o sempre. Amém. Maravilho-me de que tão depressa passásseis d’Aquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; o qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vos dissemos, agora de novo também vos digo: Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. Ora, acerca do que vos escrevo, eis que diante de Deus testifico que não minto. Depois fui para as partes da Síria e da Cilícia. E não era conhecido de vista das igrejas da Judéia, que estavam em Cristo; mas somente tinham ouvido dizer: Aquele que já nos perseguiu anuncia agora a fé que antes destruía. E glorificavam a Deus a respeito de mim. Depois, passados catorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também comigo Tito. E subi por uma revelação, e lhes expus o Evangelho, que prego entre os gentios, e particularmente aos que estavam em estima; para que de maneira alguma não corresse ou não tivesse corrido em vão. Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se; e isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão; aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do Evangelho permanecesse entre vós.

Marcos 5:1-20

Fragmento 19 - Naquela época, Jesus chegou do outro lado do mar, à terra dos gerasenos. E, logo que Jesus saíra do barco, Lhe veio ao encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo, o qual tinha a sua morada nos sepulcros; e nem ainda com cadeias podia alguém prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas; e ninguém o podia domar; e sempre, de dia e de noite, andava pelos sepulcros e pelos montes, gritando, e ferindo-se com pedras. Vendo, pois, de longe a Jesus, correu e prostrou-se diante d’Ele; e, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus que não me atormentes. Pois Jesus lhe dizia: Sai desse homem, espírito imundo. E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu-Lhe ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos. E rogava-Lhe muito que não os enviasse para fora da região. Ora, andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos. Rogaram-Lhe, pois, os demônios, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles. E Ele lho permitiu. Saindo, então, os espíritos imundos, entraram nos porcos; e precipitou-se a manada, que era de uns dois mil, pelo despenhadeiro no mar, onde todos se afogaram. Nisso fugiram aqueles que os apascentavam, e o anunciaram na cidade e nos campos; e muitos foram ver o que era aquilo que tinha acontecido. Chegando-se a Jesus, viram o endemoninhado, o que tivera a legião, sentado, vestido, e em perfeito juízo; e temeram. E os que tinham visto aquilo contaram-lhes como havia acontecido ao endemoninhado, e acerca dos porcos. Então começaram a rogar-Lhe que se retirasse dos seus termos. E, entrando ele no barco, rogava-Lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com Ele. Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti. Ele se retirou, pois, e começou a publicar em Decápolis tudo quanto lhe fizera Jesus; e todos se admiravam.

† † †

HOMILIA

É quase inconcebível a cena descrita por São Marcos: Um ser humano que tem seu psiquismo tomado por dois mil demônios (isto se considerarmos que o número de demônios que possuíam aquele homem seja correspondente ao da manada de porcos que se precipitou no abismo). As pessoas que pensam o mundo pela ótica dos cientificismos dirão que esta é uma cena surreal. Para nós aqui não nos interessa demonstrar por meio de argumentos – científicos ou teológicos - a pertinência e realidade da ação dos demônios na alma humana. Deixamos a cargo da realidade social que vivemos o testemunho do absurdo da perversão e da maldade que habitam o ser humano - o crime organizado, os pedófilos “iluminados” (artistas, cientistas e religiosos), a violência homicida contra crianças e idosos, a degeneração das relações interpessoais e coisas semelhantes. Aqui nos cabe procurar demonstrar por meio das pistas contidas nesta narrativa, como esta realidade bizarra com a qual Cristo tanto se deparou, se configura e se estabelece no ser humano.

São Marcos nos diz que os gadarenos criavam porcos, o que mostra que viviam de uma atividade ilegal, alimentada por um mercado clandestino de consumidores de carne de porco; portanto, deveria ser uma atividade muito lucrativa, uma vez que por ser difícil a aquisição, a carne suína tinha um preço muito elevado. Assim, podemos entender que entre os principais consumidores desta «iguaria» estavam autoridades civis, os grandes mercadores e os nobres. Esta é a razão pela qual não eram molestados, apesar de proibida pela Lei de Moisés.

Nesta disposição de vida, temos a configuração perfeita para a degeneração e demonização do ser humano e de suas sociedades: quando as necessidades consideradas básicas para a sobrevivência e o desejo de riquezas se sobrepõem ao mandamento Divino. Esta foi a primeira perspectiva demoníaca que se apresentou para tentar o próprio Cristo: «Se És Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães»,e a tal proposta repele: «Não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que procede da boca de Deus».

A «luta pela sobrevivência» e a busca da felicidade por meio das posses e do prazer, fez da religião um meio subordinado a estes objetivos. Deus deixa de ser o fim principal para o qual o homem orienta seus desejos, tornando-se uma espécie de «gênio encantado», com superpoderes para realizar todos os desejos do seu amo. Quando a religião não se presta a este fim, então, em geral os homens se voltam contra ela, procurando bani-la e encontrar outra que a substitua e se preste a tal fim. E, assim nascem e se estabelecem os falsos profetas, os criadores de ídolos e ilusões, ou seja, aqueles que habilmente criam sistemas, raciocínios e espiritualidades que se prestem a atender os apelos psíquicos e corporais dos seres humanos. 

Certamente que os gadarenos tinha sua religião. O que não faltavam era cultos pagãos à fertilidade a garantir a bênção dos deuses aos anelos humanos. Iludidos e recompensados pelas promessas ou realidades experimentadas das «bênçãos»temporais, eles não sabiam que cultuavam os demônios. Por isto São Paulo diz: 

«Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios» (1 Cor. 10:20).

Os gadarenos não queriam Cristo e Lhe pedem que se retire de sua cidade. Mas o outrora endemoninhado não quer mais sair de Sua companhia, pois ele conhecera o mundo terrível de Satanás, de suas inquebrantáveis cadeias, até que chegou a ele, Aquele que É o Amigo do Homem, libertando-lhe de todos os grilhões. Cristo não atende seu pedido, antes o envia para testemunhar entre os demais cativos a graça que o libertara. Cristo não lhe atendeu o pedido, mas não lhe negou o desejo, pois, em sua missão entre os gadarenos, Ele, em Espírito o acompanharia, Se faria presente em sua solidão e visível em meio às invisibilidades aos sentidos. Por fim, ele, o gadareno, se somaria à grande nuvem de testemunhas, das quais o mundo não é digno (Hb. 11:38; 12:1) e comporia "a universal assembleia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados" (Hb 12:23).

Padre Mateus (Antonio Eça)

ORAÇÃO

Deus Todo-poderoso, que libertaste Teu povo da escravidão do adversário, e que através de Teu Filho lançaste abaixo Satanás como um raio, liberta-me também de toda influencia de espíritos impuros. Manda Satanás partir para bem longe de mim pelo poder de Teu Filho Único. Salva-me da ilusão demoníaca e da escuridão. Preenche-me com a luz do Espírito Santo para que eu possa ser guardado contra as armadilhas dos demônios astuciosos. Conceda que um anjo sempre vá perante mim e leve-me para o caminho da retidão todos os dias da minha vida, para a honra de Teu glorioso Nome, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre. Amém.

Oração contra a Influência Demoníaca
Livro Ortodoxo de Orações

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